Biomas brasileiros: Vamos falar da Mata Atlântica!
- GPEGE 01
- 16 de dez. de 2020
- 2 min de leitura
Conhecer os biomas brasileiros e sua relevância para a história do país é bastante importante para todos.
A Mata Atlântica, representa quase 1% da superfície do planeta e, além do Brasil, ocorre no Paraguai e na Argentina. É uma floresta tropical úmida, formada por vegetação densa, com árvores altas. O clima predominante é o tropical úmido.

A Mata Atlântica é um dos bioma com a maior biodiversidade do planeta. No Brasil a fauna da Mata Atlântica abriga mais de 800 espécies de aves, quase 400 espécies de anfíbios, 200 de répteis, 270 de mamíferos e mais de 350 espécies de peixes.


A Mata Atlântica também é uma das florestas com maior biodiversidade florística em todo o planeta. São mais de 20.000 espécies de plantas, o que corresponde a impressionantes 35% de todas as espécies encontradas no Brasil.

A destruição da Mata Atlântica no Brasil
Na época do descobrimento do Brasil, a Mata Atlântica cobria grande parte da porção leste do nosso país (veja a cobertura em verde). Infelizmente, devido à alta exploração, grande parte do seu território foi modificado por ações humanas.

Essa destruição antrópica se deve à presença de grandes centros urbanos dentro do território do bioma e pela história de exploração de sua flora e fauna.

Muitos animais da Mata Atlântica estão em risco de extinção. Como exemplos de extinção temos: papagaio - da- cara- roxa, e o tamanduá-bandeira.


Das cerca de 200 espécies de plantas ameaçadas de extinção no Brasil, 117 ocorrem na Mata Atlântica, o que ilustra os problemas de conservação do bioma.

A Mata Atlântica é um hotspot mundial, ou seja, é uma das áreas mais ricas em biodiversidade e com elevado número de espécies ameaçadas de extinção.

Nosso Grupo de Pesquisa em Ecologia, Genética e Evolução (GPEGE) estuda a diversidade de alguns grupos de espécies neste bioma.
Atualmente, investigamos uma pequena mosca invasora, Drosophila nasuta, anunciada no sul da Mata
Atlântica em 2015. Neste mesmo ano, foi coletada no norte do bioma, chegando a representar mais 40% dos drosofilídeos capturados em algumas amostragens.
A importância do estudo das espécies invasoras pode ser conferido em materiais já postados por nosso grupo de pesquisa.
Curtiu nossa publicação sobre a Mata Atlântica?
Então aproveite para conferir nossa próxima publicação! Esperamos nos encontrar em breve! Um forte abraço!
Este material foi produzido pelas discentes do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas da Universidade Federal de Pernambuco, Centro Acadêmico de Vitória (UFPE-Cav) Júlia Isabelle Freire Peres Quintas e Maria de Fátima Severina dos Santos.



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